Bem-vindo ao site do Norte de Mato Grosso, Peixoto de Azevedo/MT, segunda 21 de setembro 2020
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Política - MT - Eleições

DEM confirma Júlio como suplente de Leitão; Mendes apoiará Fávaro

Membros do Democratas estarão livres para apoiar outros nomes na eleição suplementar ao Senado

A cúpula do Democratas (DEM) decidiu, na noite desta segunda-feira (14) coligar com o pré-candidato a senador Nilson Leitão, na eleição suplementar que ocorre em 15 de novembro. O ex-governador Júlio Campos (DEM) será o primeiro suplente da chapa.

Segundo o governador Mauro Mendes, que esteve no encontro, os membros do DEM que tiverem interesse em apoiar outro nome estarão liberados. Como é o caso dele, que já havia dito publicamente não querer apoiar Leitão.

“Nós resolvemos autorizar a vontade do nosso ex-governador, Júlio Campos, ser candidato a suplente. O partido não vai negar essa vontade dele a altura do campeonato. E, ao mesmo tempo, os membros do partido estarão liberados para apoiar quem quiser”, disse Mendes após o encontro.

“Se um prefeito de uma determinada região achar que é melhor apoiar outro candidato, ele vai ter autorização para apoiar. É por isso que chama partido, senão seria unido. Existem diversas correntes. E o ex-governador vai estar como suplente e os membros do partido estarão livres para apoiar quem quiser”, acrescentou.

Mendes afirmou que irá apoiar o senador tampão Carlos Fávaro (PSD), que assumiu temporariamente após a senadora Selma Arruda (Podemos) ser cassada. Ele deve tentar se manter no cargo.

“Eu já disse que lamento, mas não posso apoiar essa chapa. Respeito o Nilson e a todos, mas eu vou, 99,9% do meu tempo, cuidar do Estado. E como cidadão e agente político, tenho direito de dar minhas opiniões. Vou dar apoio a quem me apoiou. Não posso apoiar o Nilson, que não me apoiou na última eleição”, afirmou.

“Meu apoio era ao Otaviano Pivetta e ao Fávaro. O Pivetta desistiu e eu pessoalmente sempre disse: será o Carlos Fávaro”, acrescentou.

Sem racha

Mendes negou haver um racha entre ele e os irmãos Júlio e Jayme Campos. Isso porque, o governador defendia que a sigla apoiasse Fávaro na disputa, mas a dupla queria estar com Leitão.

“Estamos juntos. Ter divergência não significa estar separado. Divergências existem. Aquilo que une tem que sempre ser maior que o que separa e nós estamos unidos por Mato Grosso e para fazer política com honestidade”, resumiu.

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